Galapagos acelera em ETFs e mira indústria abaixo de 1% dos fundos
A gestora colocou sete ETFs na B3 em oito meses, cobrindo cinco classes de ativos. A estratégia de cada produto e o cenário que favorece cada um.
O mercado de fundos listados cresceu cerca de 70% em um ano e atraiu quase toda gestora relevante. A Galapagos colocou sete ETFs na B3 em oito meses — renda fixa curta, prefixada, híbrida, ações globais, Bitcoin e, agora, ouro e prata. A estratégia de cada produto e o cenário que faz cada um andar.
O placar das carteiras recomendadas das cinco casas, recalculado por nós sobre o mesmo benchmark — sem retorno autorreportado. Marco Zero em 10/06; primeiro fechamento já no ar (16/06): nas ações, todas superaram o Ibovespa exceto a Ágora; nos FIIs, só a XP bateu o IFIX.
A gestora colocou sete ETFs na B3 em oito meses, cobrindo cinco classes de ativos. A estratégia de cada produto e o cenário que favorece cada um.
Abaixo das duas médias móveis principais. E o que esperar do ciclo do halving de 2028.
Carreira, mentalidade sobre o Fed e o paradoxo da coerência do banqueiro central mais observado do mundo.
Como se monta a maior abertura de capital já vista — e por que "IPO" virou palavrão na Faria Lima.
Quatro estados no RRF concentram 56,6% da dívida. O mapa do risco subnacional.
Como FIDCs e mesas proprietárias precificam o risco que o varejo não vê.
A maior reorganização de fundos imobiliários do ano e a lógica por trás dela.
61,2% do volume da B3 é estrangeiro — e vem saindo há seis semanas. A leitura da recomendação.
IA, criptografia quântica e o futuro da infraestrutura financeira brasileira.
Duas máximas estoicas aplicadas ao comportamento de quem investe na bolsa.
O que os escritórios de grandes fortunas recomendam — e o que evitam.
Com a Selic alta, os fundos de recebíveis ganham terreno sobre os de imóveis.