Análises
Os bastidores do mercado de capitais brasileiro — as casas, as carteiras e as movimentações que ninguém conta.
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Galapagos acelera em ETFs e mira a indústria que ainda não chegou a 1% dos fundosNOVO
Sete ETFs em oito meses, cobrindo cinco classes de ativos. A estratégia de cada produto, a correção tributária que pouca gente nota e o cenário que favorece cada um.
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Bitcoin a US$ 65 mil: "estável" é a leitura errada — e a pergunta certa é sobre 2028NOVO
O gráfico de médio prazo desmente a manchete. E, para quem pensa em anos, a questão é o ciclo do halving de 2028.
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O homem da super quarta: quem é Kevin Warsh, o primeiro presidente pró-cripto do FedNOVO
Carreira, mentalidade sobre o Fed e o paradoxo da coerência do banqueiro central mais observado do mundo.
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A SpaceX vende 4% e quer valer US$ 1,77 trilhão: a engenharia do maior IPO da história
Como se monta a maior abertura de capital já vista — e por que "IPO" virou palavrão na Faria Lima.
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A saúde fiscal dos estados: o que a Capag revela sobre quem quebrou
Quatro estados no RRF concentram 56,6% da dívida. O mapa do risco subnacional.
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Crédito em recuperação judicial: o que os books proprietários não mostram
Como FIDCs e mesas proprietárias precificam o risco que o varejo não vê.
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Patria e os "superfundos": a consolidação de 30 FIIs e o que ela significa
A maior reorganização de fundos imobiliários do ano e a lógica por trás dela.
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O Raio-XP e o fluxo estrangeiro: comprar Brasil enquanto o capital sai
61,2% do volume da B3 é estrangeiro — e vem saindo há seis semanas. A leitura da recomendação.
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FAPESP, Drex e Open Finance: as ferramentas que estão reescrevendo o sistema financeiro
IA, criptografia quântica e o futuro da infraestrutura financeira brasileira.
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Pensamento da semana: o que Sêneca diria ao investidor brasileiro
Duas máximas estoicas aplicadas ao comportamento de quem investe na bolsa.
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Como os private bankers estão alocando em 2026
O que os escritórios de grandes fortunas recomendam — e o que evitam.
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FIIs de papel x tijolo: para onde vai a preferência em 2S26
Com a Selic alta, os fundos de recebíveis ganham terreno sobre os de imóveis.